DataBrasil
    Cidade do interior brasileiro vista da rua

    Para o mandato

    Fiscalizar com o número que aguenta a resposta da prefeitura

    Os indicadores da sua cidade lidos pelo ângulo de quem cobra: o que está pior, desde quando, e de quem é a competência — com a fonte oficial junto, para sustentar a cobrança quando ela for contestada.

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    Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

    O trabalho de garimpo já vem feito

    Achar o número que sustenta uma cobrança significa cruzar bases federais, comparar com o resto do estado e conferir a série de anos anteriores. É o que consome o tempo do mandato e o que raramente cabe na rotina de um gabinete.

    A plataforma faz esse trabalho toda semana e entrega o resultado ordenado por relevância — com a fonte, a série e a posição da cidade no ranking do estado.

    • Os indicadores ordenados pelo que rende cobrança, não por ordem alfabética
    • Série histórica e ranking estadual em cada um
    • Comparação com municípios de porte parecido
    Painel de Pontos de Crítica da plataforma, exibindo os indicadores prioritários de Beiral-MG com gráfico de evolução

    A cobrança que se sustenta é a que já previu a resposta

    A prefeitura vai responder. O material é escrito contando com isso — e é por isso que ele afere competência e atribuição antes de apontar.

    A competência vem antes da cobrança

    Educação infantil e fundamental são da prefeitura; ensino médio é do estado. Cobrar o prefeito por rede que não é dele entrega ao adversário a chance de desqualificar a peça inteira com um dado do próprio município — então a competência é conferida antes de o item existir.

    O avanço do estado não vira mérito da gestão

    Todo resultado é lido contra a média da UF no mesmo período. Ganho grande no valor com ganho pequeno de posição significa que o município acompanhou um movimento estadual, e o relatório diz isso com os dois números.

    A responsabilidade é atribuída no patamar que a evidência sustenta

    Uma coisa é apontar decisão documentada — edital, contrato, lei, dimensionamento. Outra é dizer que a piora começa dentro do mandato e parar aí. Atribuir ao prefeito o que não se achou documentado é o que o contraditório derruba primeiro.

    O que vai bem aparece, com a ressalva junto

    O relatório também traz o que está adequado, para você não atacar o número que a prefeitura já divulga e tomar a invertida em tribuna. Cada um vem com o ângulo pelo qual não é tão bom quanto parece.

    O que chega às suas mãos

    Um relatório mensal por tema, escrito pelo ângulo de quem está fora do governo, e a página de falas que sai dele.

    Pontos de crítica, com a série inteira

    Os indicadores em que a cidade vai pior, ordenados por relevância, cada um aberto em seus componentes: desde quando piora, o que puxou o resultado para baixo e como está a posição no ranking do estado.

    A fonte oficial ao lado de cada número

    Inep, DataSUS, Caged, Siconfi, Tesouro, Banco do Brasil. A origem vai junto do dado para que a checagem seja possível — inclusive pela prefeitura, que é o teste que interessa.

    Briefing de uma página, em formato de fala

    Os números já escritos como se diz em voz alta, com a fonte por trás de cada um e a resposta pronta para a pergunta difícil que vem depois. É o que se leva para a tribuna e para a entrevista.

    Referência do que outras cidades fizeram

    Para cada problema apontado, o que redes parecidas fizeram a respeito. Apontar o problema é fiscalização; chegar com a referência na mão é o que separa a cobrança do panfleto.

    O dado é público, e é isso que o torna forte

    Nada aqui é estimativa nossa nem levantamento próprio: tudo sai de base federal aberta, e a origem vai junto de cada número. Quem for contestado em plenário pode mostrar de onde o dado saiu — e quem contesta pode conferir na mesma fonte.

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